Dec. 29th, 2009

Eu pensava que o meu maior problema com a viagem seria a forte chuva. Quando a tempestade começou a dar sinais saí de casa antes dela cair. Cheguei ao aeroporto junto com ela. Chovia tanto que o sistema havia caído - como de costume - e o aeroporto estava fechado para pouso e decolagem. Então me preparei para um pequeno atraso. Até porque quando chegou a minha vez de fazer o check-in o sistema voltou e a informação era que TODOS os aeroportos funcionavam normalmente.

18h25 adentrei o setor de embarque. Meu vôo sairia às 18h55. Eu já estava bem contente porque todo mundo já havia me falado horrores da GOL e achei que daria sorte e não haveria problemas. Bom, deu 19h e a informação era que nosso vôo sairia às 20h. Fui dar uma volta e acabei me deparando com uma Revista Bravo dedicada a Chico Buarque. E assim fiz meu primeiro gasto na viagem porque a adolescente que há em mim falou mais alto. Voltei e comecei a ler minha revista. Deu 20h15 e NADA. E nenhuma informação. A essa altura os ânimos já estavam exaltados até porque era um vôo que parecia estar indo para a Flórida: recheado de velhinhos e crianças.

Fui perguntar o horário do vôo e disseram que uma aeronave estava a caminho, vinda de São Paulo, e que a PREVISÃO (agarrei ódio dessa palavra) era do nosso vôo sair às 21h. Quero ressaltar que as informações todos só eram repassadas quando os passageiros iam ao setor de embarque perguntar.

Quando foi 20h50 a aeronave chegou mas não poderia partir porque a tripulação não poderia ir a Fortaleza. Então quem iria para Salvador perguntou a possibilidade de colocarmos num vôo para Salvador. Já que nessa altura já haviam partido uns 3 vôos para a cidade e tinham mais 2. 

Não foi possível. Deram um vousher para jantarmos. Ao chegarmos no restaurante ele estava FECHANDO. Não havia quase comida.

Voltamos para o portão de embarque e mudaram de lugar pela 3ª vez. Sem avisos. Finalmente meia-noite e alguma coisa o vôo para Salvador partiu. Serviço de bordo: um biscoitinho safado com gosto de alho (mas que não tinha qualquer informação no pacote que havia alho no raio do biscoito). Nada contra a alho mas era meu namorado que estaria a minha espera no aeroporto, né?! Ele não merecia um beijo de alho. Eu ao menos estava na esperança de beber coca-cola. Era pepsi. Sorte que havia guaraná antártica. 

Cheguei 2h30: cansada, congelada (pq se tem uma coisa que funciona na Gol é o ar-condicionado) e atacada da rinite. Ainda bem que não era a primeira vez que Paulo me via. Era capaz dele fugir.

Tudo bem. Estou em Salvador. Vou passear, namorar... mas continuo querendo MATAR a GOL.

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